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Riohacha e a península da Guajira aparecem na extensa rota que traçou a imaginação literária de García Márquez.
Muitos episódios da biografia de Gabriel García Márquez têm sua origem nesta vasta zona do Caribe. A esta zona se remontam as origens do ramo familiar materno, tão importante na formação do universo garciamarqueano.
Para quem quiser encontrar as impressões da geografia real, as encontrará nas páginas de Cien años de soledad, La increíble y triste historia de la cándida Eréndida y de su abuela desalmada e Vivir para contarla.
(…) E não esquece García Márquez os povoados de sol e sal ancorados no Caribe da Guajira. Em seu mundo novelado aparecem: Riohacha, Fonseca, San Juan del Cesar, Villanueva, Brumita, Manaure e Nazaret. Também não deixa de mencionar o Cabo da Vela e de oferecer definições do deserto guajiro e do mar de Riohacha.
“A primeira vez que fui à península da Guajira, pouco antes de meus sessenta anos, surpreendeu-me que a casa da telegrafia não tenha tido nada a ver com minha recordação. E a Riohacha idílica que levava desde menino no coração, com suas ruas de salitre que baixavam para um mar de lama, não eram mais do que sonhos dados por meus avôs.” Gabriel García Márquez, Vivir para contarla, 2002.
Confira os textos completos de Riohacha na guia Las rutas de García Márquez, que pode ser adquirida na Livraria Nacional de Cartagena e Barranquilla e na livraria Ábaco de Cartagena.
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