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Aracataca

Haga click sobre la imagen para ampliarla A estação do trem. Foto: Miguel Camacho.

A estação do trem. Foto: Miguel Camacho

No final de agosto de 1910 chegou a Aracataca a família Márquez Iguarán. Tinha realizado um grande êxodo de vinte e dois meses desde Barrancas (La Guajira) e uma peregrinação através de Riohacha, Santa Marta e Ciénaga. Compraram uma ampla casa perto da praça principal do povoado. Ainda que fosse um povoado tranquilo, Aracataca já tinha recebido grande quantidade de imigrantes da Espanha, Itália, Síria, Palestina e Líbano. A partir da segunda década do século se consolidou uma bonança bananeira que trouxe consigo a luz elétrica, uma primeira orquestra, o Camellón 20 de julho, a construção da igreja e a loteria, um jogo semanal que prosperava à sombra de suas atividades econômicas e sociais.

Ao explicar a origem de Macondo, Gabriel García Márquez deu a versão mais verossímil no meio das hipóteses que se misturaram imediatamente depois da publicação de Cien años de soledad. Volta a repeti-la em Vivir para contarla: “O trem passava às onze pela fazenda Macondo, e dez minutos depois parava em Aracataca”.

Aracataca, essa pequena vila a oitenta quilômetros do Caribe, antigo assentamento dos indômitos indígenas chimila, irrigada pelos rios de águas geladas que descem da Serra Nevada e desembocam na Ciénaga Grande, se tornou município em 1915. Com Ciénaga, Fundación, Pueblo Viejo, Pivijay e Sitionuevo fez parte da zona bananeira, onde já em 1908 se observava o auge da produção da fruta que saía pelo porto de Santa Marta sob o comando da United Fruit Company. Alberto Avello Vives, El Caribe bananero de Gabriel García Márquez, 2007.

Haga click sobre la imagen para ampliarla Aquí estuvo el coronel. Foto: Carolina Gil

"Aquí estuvo el coronel". Foto: Carolina Gil

“Quando Gabriel nasceu, ainda havia rastros da febre da banana que anos atrás tinha sacudido a zona. Aracataca parecia um povoado do longínquo oeste, não só por seu trem, suas velhas casas de madeira e suas agitadas ruas de pó, mas também por seus mitos e lendas. Para 1910, quando a United Fruit Company levantou seus acampamentos no coração das sombreadas plantações de banana, o povo tinha conhecido uma era de esplendor e fartura (…)”. Plinio Apuleyo Mendoza, El holor de la guayaba, Editorial Bruguera, Barcelona, 1982.

Confira os textos completos de Aracataca na guia "Las rutas de García Márquez", que pode ser adquirida na Livraria Nacional de Cartagena e Barranquilla e na livraria Ábaco de Cartagena.

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